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21 de fev de 2011

Escrito por Delírios de Poeta/Quanta pedreira a gente enfrentou/DEA

Quanta pedreira a gente enfrentou
Por quantos becos a gente passou
E mesmo assim o amor está grudado

Foi tanto mato que a gente lenhou
E as curvas que a gente derrapou
E mesmo assim o amor está grudado

Brigas e ciúmes
Ventos, temporais
Esse amor resiste a tudo
E muito mais
É absoluto nosso sentimento
É especial a nossa intimidade
Nós sabemos tudo de felicidade
A gente faz amor até em pensamento

Enquanto eu tiver vida a vida assim será
Todo dia um arco-íris de prazer
No planeta Terra ninguém vai achar
Dois apaixonados feito eu e você.

(Autores: Zé Henrique e Ivan Medeiros)

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Escrito por Delírios de Poeta

Em um quarto de hotel /Escrito por Delírios de Poeta/DEA

Em um quarto de hotel
Loucamente apaixonado
Eu estou desesperado
Feito uma estrela sem o céu...

Sei que já é madrugada
E meu sono que não vem
Será que me convém?
Sair assim cortando estrada...

Conversando com a solidão
Prá encontrar um certo alguém
Será que me convém?
Ou tudo acabe, dando em nada...

Se ontem, eu por lá passei
Saudade me apertou
Mas não parei
Minhas mãos grudaram
Firmes no volante
E o carro acelerei...

Eu quis fugir do destino
Fugir da realidade
E sufocando a saudade
Aquela cidade
Fui deixando prá trás...

É que esse meu desatino
É uma mulher envolvente
Amor diferente
Olhar de serpente
É o doce veneno
Que me satisfaz...

Conversando com a solidão
Prá encontrar um certo alguém
Será que me convém
Ou tudo acabe dando em nada...

Se ontem, eu por lá passei
Saudade me apertou
Mas não parei
Minhas mãos grudaram
Firmes no volante
E o carro acelerei...

Eu quis fugir do destino
Fugir da realidade
E sufocando a saudade
Aquela cidade
Fui deixando prá trás...

É que esse meu desatino
É uma mulher envolvente
Amor diferente
Olhar de serpente
É o doce veneno
Que me satisfaz.

(Autor: Ronaldo Viola)



Escrito por Delírios de Poeta

Escrito por Delírios de Poeta TRAVESSEIRO VAZIO /DEA



Fernando Jo

sé da Silva



As noites se tornaram mais frias,
Olho para o lado e abraço o travesseiro vazio.
Nele, ainda o resto do seu perfume
que me faz sonhar.

Tive medo da noite
depois de escurecer
ficando sozinho no quarto
Sentindo falta de você.

Nem mesmo seu perfume no
travesseiro ao lado é capaz de espantar
o termo da falta que você me faz.
Neste quarto sempre noites frias,
E o cheiro do seu perfume ainda no travesseiro,
Me fazendo sonhar.

Sonhar que você ainda virá,
Que ouço o barulho do chuveiro
Então fico esperando você se deitar.
Acordo sempre assustado, ainda meio adormecido,
Sentindo a enorme falta que você me faz.

(Repasse com os devidos créditos)


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Escrito por Delírios de Poeta

Como Palhaço,Autoria: Thais S Francisco/DEA

Como Palhaço, declamei sorrisos,
plantei sementes de alegria em corações endurecidos,
esqueci-me da dor que em minh“alma se aninha..
Como Poeta, pintei emoções, fiz
sonhar os apaixonados, dei asas à emoção,
esqueci-me por momentos, a dor da saudade,
vivendo a inspiração do Palhaço e do Poeta.

Sou como o Poeta,
Sou como o Palhaço,
Artistas que fazem do dia a dia,
O palco de sua vida..!!

Autoria: Thais S Francisco



Escrito por Delírios de Poeta
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Encanto-me com as rosas/(Autor: Fernando José da Silva)/DEA

Encanto-me com as rosas,

Não só por sua beleza

ou por seu perfume...

Encanto-me com as rosas,

por saber da enorme

alegria que elas lhe trazem,

quando lhe presenteio.

As rosas são sim uma

Declaração de amor.

Declaração que refaço

No abraço, no beijo de amor.

No encantamento das rosas,

um eterno apaixonar.

E assim como rego as rosas,

Que são pra presentear-te.

Rego também nosso amor,

Que me encanta...

Como as rosas todos os dias.

(Autor: Fernando José da Silva)


Minha Vida,Escrito por Delírios de Poeta/DEA

Minha Vida

Assim é minha vida
Meus deveres
caminham com meu canto.
Sou e não sou:
é esse meu destino.
Não sou,
se não acompanho as dores
dos que sofrem:
são dores minhas.
Porque não posso ser
sem ser de todos,
de todos os calados
e oprimidos.
Venho do povo
e canto para o povo.
Minha poesia
é cântico e castigo.
Me dizem:
"Pertences à sombra".
Talvez, talvez,
porém na luz caminho.
Sou o homem
do pão e do peixe,
e não me encontrarão
entre os livros,
mas com as mulheres
e os homens:
eles me ensinaram o infinito

(Autor: Pablo Neruda)



Escrito por Delírios de Poeta às 23h25

Quero o banco da praça pra ver a lua.//DEA

Quero o banco da praça pra ver a lua.

A calmaria pra te envolver em meu abraço.

O seu olhar provocante pra roubar-te um beijo.

E em meio a carinhos... enamorados.

Quero o teu melhor beijo.

O seu maior carinho.

Sentir seu abraço forte.

E seu corpo colar no meu.

Quero olhar pro seu rosto e te ver sorrir.

Porque é na sua felicidade, que me desfaço.

Do seu sorriso, que depende o meu.

Enamorados...

Quero te levar flores perfumadas.

Trocar beijos apaixonados.

E apenas ser eternamente...

... teu enamorado.

(Autor: Fernando José da Silva)


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Escrito por Delírios de Poeta

DEDICANDO ALGUNS POSTS AO AMIGO FERNANDO ,POETA E AMIGO /DEA

http://deliriosdepoeta.zip.net/<<<<<>' FERNANDO' SEU SITE >http://deliriosdepoeta.zip.net/ QUEM QUISER VISITA-LO SINTA-SE A VONTADE UM PERFEITO ,POETA DO ROMANTISMO QUE ESTA LOIRA SEMPRE ADMIROU MUITO OS POEMAS DELES E HJ VOU PODER POSTAR ALGUNS AQUI NOS BLOGS .SEMANA LUSO BRASILEIRA .BRASIL PORTUGAL ,...!!!!!! DEA

Algumas Reflexões Sobre a Mulher ,eugenio de andrade /DEA


Eugénio de Andrade

Algumas Reflexões Sobre a Mulher


Elas são as mães:
rompem do inferno, furam a treva,
arrastando
os seus mantos na poeira das estrelas.


Animais sonâmbulos,
dormem nos rios, na raiz do pão.


Na vulva sombria
é onde fazem o lume:
ali têm casa.
Em segredo, escondem
o latir lancinante dos seus cães.


Nos olhos, o relâmpago
negro do frio.


Longamente bebem
o silencio
nas próprias mãos.


O olhar
desafia as aves:
o seu voo é mais fundo.


Sobre si se debruçam
a escutar
os passos do crepúsculo.


Despem-se ao espelho
para entrarem
nas águas da sombra.


É quando dançam que todos os caminhos
levam ao mar.


São elas que fabricam o mel,
o aroma do luar,
o branco da rosa.


Quando o galo canta
Desprendem-se

Eugénio de Andrade , Rosa do Mundo /DEA

Eugénio de Andrade

Rosa do Mundo


Rosa. Rosa do mundo.
Queimada.
Suja de tanta palavra.


Primeiro orvalho sobre o rosto.
que foi pétala
a pétala lenço de soluços.


Obscena rosa. Repartida
Amada.
Boca ferida, sopro de ninguém.


Quase nada.

Os Pêssegos Eugénio de Andrade/DEA

Eugénio de Andrade

Os Pêssegos


Lembram adolescentes nus:
a doirada pele das nádegas
com marcas de carmim, a penugem
leve, mais encrespada e fulva
em torno do sexo distendido
e fácil, vulnerável aos desejos
de quem só o contempla e não ousa
aproximar dos flancos matinais ,a crepuscular lentidão dos dedos.

O Silêncio,Eugénio de Andrade/DEA


Eugénio de Andrade

O Silêncio


Quando a ternura
parece já do seu ofício fatigada,


e o sono, a mais incerta barca,
inda demora,


quando azuis irrompem
os teus olhos


e procuram
nos meus navegação segura,


é que eu te falo das palavras
desamparadas e desertas,


pelo silêncio fascinadas