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6 de jul de 2010

SERA QUE ESTE CRIME TERA ++ UM IMPUNE COMO TANTOS OUTROS NO BRASIL?

Tratamento do Câncer de Rim:DÉA

Tratamento do Câncer de Rim

Equipe Oncoguia

Cirurgia
No caso de câncer de rim (RCC) não-metastático, o tratamento é feito com a remoção de parte ou do rim inteiro. As pessoas podem viver com um só rim e, mesmo que ambos sejam removidos, é possível viver com ajuda de diálise.
O médico irá examinar o rim removido para compreender melhor o câncer. Isso irá ajudar a determinar os próximos passos.
Se os testes não mostrarem que o RCC não se espalhou além do rim removido, nenhum tratamento adicional é necessário. Mais é importante realizar exames periódicos para checar se o câncer não se espalhou.
No caso de ter sido removido apenas um dos rins, o outro deve ser monitorado regularmente para se ter a certeza de que o RCC não está se desenvolvendo nele.
Tratamento do RCC metastático
Se o RCC se espalhou, então é mais difícil de ser tratado. O RCC pode se espalhar para quase todas as partes do corpo, mas os locais mais comuns são: pulmões, ossos, fígado e cérebro. Independentemente do local da metástase , ele será tratado como RCC.
- Citocinas
O RCC metastático normalmente não responde à quimioterapia e radioterapia convencionais. Os únicos tipos de drogas disponíveis atualmente para este caso são as chamadas citocinas. Estas drogas atuam estimulando o sistema imunológico, que pode atacar as células cancerosas da mesma maneira que ataca uma infecção. Como estas drogas são administradas via subcutânea (IM ou IV), isto deve ser feito em um hospital ou uma clínica.
Existem duas citocinas usadas em RCC:
- Interleucina-2 (IL-2)
- Interferon alpha (INFá)
Para alguns pacientes, as citocinas ajudarão a diminuir os tumores, e, para outros, irão ajudar a evitar o crescimento dos tumores por um período. Pessoas sob tratamento com citocinas apresentam efeitos colaterais parecidos com gripe.
Avanços no tratamento
Para alguns pacientes as citocinas podem não funcionar, porém existem muitos medicamentos promissores em estudo. Os mais efetivos são os chamados terapias-alvo. Eles ajudam a interromper os sinais que as células cancerosas usam para crescer. Alguns deles atuam somente em um tipo de sinal, enquanto outras interrompem mais de um sinal, sendo chamadas de terapia multi-alvo.
Várias terapias multi-alvo funcionam contra o RCC, interrompendo os sinais que são mais importantes para o seu crescimento. Com estas terapias inovadoras, o futuro é promissor.
Fale com o seu médico.

APRENDENDO A VIVER E SOBREVIVER COM O CANCER RENAL :DÉA

Viver com o RCC não é fácil. Mas ninguém tem de fazer isso sozinho.
Família, amigos e profissionais de saúde podem ajudar. Cuidar de alguém com RCC vai além de tratar de câncer. A pessoa como um todo precisa de cuidado e atenção.
As seguintes sugestões ajudam nos desafios que podem surgir.
Pergunte ao médico sobre efeitos colaterais
Geralmente há coisas que podem ajudar como medicamento para aliviar náuseas.
Mantenha uma alimentação saudável
O tratamento do câncer pode tirar o apetite de uma pessoa. Mas a boa nutrição é importante. Pode ajudar a manter a força e a energia durante o tratamento.
Permaneça tão ativo(a) quanto possível
Uma simples caminhada com um amigo pode levantar o astral e ajudar a manter o corpo em forma.
Cuide das suas emoções
Lidar com o câncer pode trazer sentimentos de confusão, raiva e tristeza. Esses sentimentos são normais para pessoas com câncer e seus entes queridos. Considere a possibilidade de conversar com um psicólogo ou alguém que trabalhe com pacientes com câncer e seus familiares.
Peça ajuda para outros
Há muitas formas de os familiares e os amigos ajudarem uma pessoa querida que tem RCC:
Ir junto ás consultas médicas.
Cuidar das tarefas diárias.
Compartilhar uma xícara de chá e alguns sorrisos.
Pode ser bom também encontrar pessoas que convivem com o câncer e participam de grupos de apoio. Elas podem ser uma grande fonte de inspiração e de ajuda.

+++ UMA VEZ RETORNO AQUI PRA FALAR DO CANCER RENAL ESPÉRO QUE POSSAM APROVEITAR E TOMAREM OS DEVIDOS CUIDADOS PARA QUE NÃO ACONTEÇA COM NEM UM DE VCS O QUE HOUVE COMIGO QUE POR TEIMOSIA DEMOREI PRA IR SABER OS MOTIVOS DAS MINHAS CONSTANTES DORES E HJ JA VOU PARA A 3 INTERNAÇÃO SÓ ESPERO QUE ESTA SEJA RAPIDA E NÃO DEMORE ++ 5 MESES COMO FOI A ULTIMA POIS PRECISO TRABALHAR E MUITO :DÉA

Diagnóstico do Câncer de Rim

Equipe Oncoguia

O Diagnóstico do Câncer de Rim (RCC)
O RCC (câncer de rim) ou carcinoma de células renais não costuma apresentar sintomas. Porém, se ele crescer demais, pode causar dor, inchaço ou sangue na urina. Se a doença já está espalhada, pode haver sintomas em outras partes do corpo.
Na maior parte dos casos o câncer de rins (RCC) é encontrado quando se faz uma tomografia de estômago. Por não ser muito comum, a maioria das pessoas não é examinada para câncer renal. Mas exames regulares para carcinoma de células renais podem ser indicados para algumas pessoas.
Entre elas, incluem-se pacientes:
- Em diálise renal
- Com esclerose tuberculosa
- Com histórico familiar de RCC
- Com uma doença genética chamada de doença de von Hippel-Lindau (VHL).
Se uma tomografia mostra um tumor ou tumores nos rins, o médico irá fazer mais testes, para avaliar se é ou não câncer. Os testes podem incluir mais tomografias ou biópsias. É possível que existam caroços nos rins que não sejam câncer. Neste caso, geralmente não há necessidade de tratamento. Pode ser também outro tipo de câncer, que pode exigir tratamento especial.

VAMS COMEÇAR A POSTAR INFORMAÇÕES QUE PRESTEM NÃO OUTRAS BOBAGENS SEM FINS PRA NADA :DÉA

PREVENÇÃO DO CÂNCER DE INTESTINO
O Câncer de intestino é um dos mais freqüentes tumores do tubo digestivo, sendo que a cada ano cerca de 160 mil novos casos são diagnosticados nos Estados Unidos e em torno de 57 mil desses pacientes morrem da doença. Está entre as principais causas de morte por câncer, considerando os de pulmão, mama na mulher e próstata no homem.
No Brasil, este tipo de câncer está em quarto lugar entre os tumores mais freqüentes do sexo masculino, atrás apenas do câncer de estômago, pulmão e próstata.

A doença começa sempre como uma lesão benigna que vai evoluindo lentamente até transformar-se num tumor maligno. 
Para uma melhor abordagem desse tema é conveniente recordarmos que o tubo digestivo está constituído pelo esôfago, estômago e intestino. Este por sua vez compreende dois segmentos distintos: Um segmento mais fino localizado após o estômago, chamada intestino delgado que está relacionado com a digestão e a absorção dos alimentos, e outro segmento mais grosso, o intestino grosso, que tem a função de armazenar, absorver água e nutrientes e excretar resíduos não aproveitados pelo organismo através das fezes.
O intestino grosso, por sua vez, é dividido em duas partes: o cólon e o reto. O cólon é a parte que se continua a partir do intestino delgado e vai até o reto, parte final do intestino grosso. As fezes formadas no intestino grosso são eliminadas pelo ânus.

Enquanto o câncer é muito raro nesse segmento mais fino (intestino delgado), é muito freqüente no intestino grosso. A doença começa sempre como uma lesão benigna que vai evoluindo lentamente até se transformar num tumor maligno. Nessa longa fase de benignidade, é possível retirar a lesão e com isso impedir sua degeneração e o aparecimento do câncer, daí a grande importância de sua prevenção.

Diagnóstico precoce:

É o emprego de exames para verificar a existência de um problema de saúde em pessoas que não apresentam sintomas.

O diagnóstico precoce do câncer é muito importante porque a identificação da doença, quando ainda não há sintomas, geralmente significa que a doença está em estágio inicial, onde as chances de cura são bem maiores.

Por conseguinte, o bom resultado do tratamento do câncer do cólon e do reto está diretamente relacionado ao diagnóstico precoce, ou seja, quanto mais cedo se faz o diagnóstico, maior o índice de cura, chegando-se a mais de 90% nos casos iniciais.

Fatores de risco para o câncer do cólon e do reto:

Atualmente acredita-se que o câncer do cólon e do reto seja causado por uma associação de fatores genéticos e ambientais.

Dentre esses fatores de risco podemos citar:

1) Dieta com alto teor de gordura e pequena quantidade de fibra:
Entre os ambientais, os fatores dietéticos são muito importantes. Alimentação rica em gordura animal, pobre em fibra e rica em corantes favorece a incidência desse tipo de câncer. É importante citar os corantes porque são elementos químicos que poderiam ser eliminados sem prejuízo, principalmente no Brasil onde existem pigmentos naturais que colorem os alimentos. Os corantes são fatores de risco porque liberam nitrosaminas no intestino, substâncias reconhecidamente cancerígenas. Se prestarmos atenção, veremos que atualmente as crianças ingerem uma quantidade enorme de corantes nos doces, balas, pirulitos, gelatinas e alguns refrigerantes. Atualmente até o algodão doce não é mais branco. É azul, cor-de-rosa, verde...

Na dieta rica em gordura predominam as carnes gordas, a manteiga e os queijos amarelos. A carne vermelha em si não é um alimento nocivo, mas a gordura que a acompanha é bastante, especialmente quando a carne é levada à brasa. Os alimentos salgados e defumados (lingüiças, salames, salaminhos), assim como os corantes, contêm substâncias carcinogênicas. Embora possamos usar o azeite, as frituras devem ser evitadas porque o óleo e/ou azeite se decompõe quando vai ao fogo. Recomenda-se evitar e não abolir, pois a alimentação deve ser agradável ao paladar e variada. Se a pessoa gosta de gordura animal não deve privar-se de saboreá-la, mas deve usá-la com moderação e aumentar a quantidade de verduras, frutas, legumes e cereais ingeridos. Estes alimentos são ricos em fibras que protegem realmente o intestino porque facilitam a evacuação, vez que aumentam o bolo fecal, aceleram o trânsito intestinal e diminuem o tempo de contato das substâncias carcinogênicas com a parede do intestino.

Obviamente que isso não ocorre de um dia para o outro. Acredita-se que o tempo para o desenvolvimento de câncer colorretal seja de décadas, por isso a idade de maior incidência do câncer de cólon está em torno dos 60 anos.

2) Hábitos e estilo de vida:

Estudos mostram que indivíduos que não praticam exercícios têm maior
risco em desenvolver câncer colorretal. Além disso, o fumo e o álcool estão direta e indiretamente relacionados com vários tipos de tumores, incluindo o câncer do cólon e do reto.

Na verdade, o que está ocorrendo com o ser humano contemporâneo é um afastamento de padrões mínimos de qualidade de vida, muitas vezes por culpa do próprio indivíduo que não gerencia adequadamente seu tempo, nem mesmo para alimentar-se corretamente. Além disso, o homem vive sob "stress" e sem lazer, fuma para diminuir a ansiedade e assim por diante.

Todas as pessoas devem refletir sobre seu estilo de vida e buscar equilíbrio dentro de suas possibilidades. O resultado aparecerá, não só com relação à prevenção do câncer de cólon, mas também com relação à prevenção de doenças cárdio-vasculares e da obesidade, objetivando uma vida saudável.

3) Idade:

Quanto maior a idade, maior o risco. A idade é um fator de risco muito importante, não só para os tumores de intestino, mas também para outros tipos de patologias. O câncer colorretal é mais comum após os 50 anos, contudo a doença pode ocorrer em pessoas mais jovens.

4) Pólipos:

Os pólipos são tumores benignos, parecidos com verrugas que se desenvolvem na parede interna do cólon e reto. Cerca de 60% dos pólipos do intestino são adenomas, os quais apresentam potencial para malignização. Por esse motivo, os pólipos de intestino do tipo adenoma são considerados lesões pré-cancerosas e daí a importância de seu diagnóstico e tratamento precoces para evitar a evolução para tumor maligno. Os demais tipos de pólipos do intestino são de menor importância clínica por não apresentar esse potencial para malignização.

Aproximadamente 5 em cada 100 adenomas se malignizam, sendo que esse processo se dá entre 10 e 15 anos. São mais comuns após os 50 anos, porém podem aparecer em idade mais precoce, especialmente se houver história de câncer colorretal na família. Cerca de 40% dos indivíduos com mais de 60 anos apresentam pólipos.

Muitas evidências sugerem que a maioria dos tumores do intestino grosso se desenvolve a partir de pólipos benignos.

Quem já teve no passado um pólipo intestinal tipo adenoma tem uma chance muito maior que a população em geral de apresentar nova lesão, podendo chegar até a 50% de possibilidade. Quem já teve vários pólipos, a chance pode chegar até a 80% de desenvolver novo pólipo.

5) História familiar de câncer intestinal:

Quanto mais pessoas de uma mesma família tiveram diagnóstico de câncer colorretal, maior o risco de desenvolver a doença.
Se o indivíduo tiver parentes próximos (pai, mãe, irmão, tios ou avós) que tiveram câncer de intestino o risco de contrair a doença aumenta muito especialmente se a doença acometeu um parente com menos de 40 anos de idade. Por isso, a partir dos 40 anos, para quem tem na família caso de câncer de intestino deve fazer periodicamente um exame endoscópico chamado colonoscopia.

Atualmente está bem estabelecido que há doenças hereditárias relacionadas ao câncer colorretal. Dentre elas estão o Câncer Colorretal Hereditário Sem Polipose (HNPCC = "Hereditary Nonpoliposis Colorectal Cancer") e Polipose Adenomatosa Familiar (FAP).

Ambas são doenças hereditárias, ou seja, que são transmitidas de pais para filhos, caracterizadas pela presença de vários casos de câncer colorretal na família. A Polipose Adenomatosa Familiar ou FAP corresponde a 1% dos casos de câncer colorretal. Caracteriza-se por centenas de pólipos em todo o intestino que podem ser detectados na puberdade. Uma vez detectados, se não removidos transformam-se em câncer.

Para determinar a presença de uma doença hereditária, além da avaliação de um médico especialista, é necessário um teste de predisposição ao câncer colorretal hereditário (exame de sangue que determina o gene alterado). Em um futuro ainda sem previsão, a meta será a correção do defeito genético herdado, evitando que a doença se manifeste em outras gerações.

6) Antecedentes pessoais de câncer:

Mulheres que tiveram câncer de ovário,
corpo do útero (endométrio) ou mama têm maior risco de desenvolver câncer colorretal. Quem já teve câncer de intestino no passado deve ficar atento ao funcionamento do intestino, pois o risco de desenvolver um segundo tumor é alto quando comparado ao de outras pessoas sem história pregressa de câncer.

7) Doença intestinal inflamatória:
A retocolite ulcerativa e a doença de Crohn são doenças inflamatórias benignas que causam inflamação em graus variados na mucosa do intestino grosso. As doenças inflamatórias intestinais estão associadas ao maior risco de câncer colorretal, especialmente em indivíduos com doença com mais de 8 anos de evolução.


Quadro clínico:

Os sintomas do câncer de intestino são extremamente vagos, como mudança do ritmo intestinal, isto é, prisão de ventre ou diarréia sem causa alimentar aparente, bem como anemias sem origem definida.

É o caso do indivíduo que evacua uma vez diariamente e de repente passa três dias sem evacuar ou evacua quatro vezes no mesmo dia sem que haja uma alteração na sua alimentação. Essa mudança do ritmo intestinal é um sinal de alerta indicativo de que o médico especialista (coloproctologista ou gastroenterologista) deve ser consultado para uma melhor investigação do quadro clínico.

Dependendo da localização do tumor, os sintomas são diferentes. Se ele estiver localizado no lado direito do abdome, as principais queixas serão enfraquecimento, anemia e alteração do ritmo intestinal com predomínio de diarréia. Se estiver do lado esquerdo, há também alteração do ritmo intestinal com predominância de constipação intestinal, ou seja, prisão de ventre. Quando o tumor se localiza no reto, o principal sinal do tumor é o sangramento. Sangue e puxo (ou tenesmo), caracterizado pela vontade periódica de ir ao banheiro e insatisfação provocada pela sensação de evacuação incompleta são sinais de câncer ou de doença inflamatória no reto. Resumindo, qualquer alteração no ritmo intestinal (constipação ou diarréia), anemia, sangue ou catarro nas fezes e emagrecimento são indícios de que o indivíduo pode estar com a doença. Na prática clínica é muito comum pacientes com sangramento retal atribuírem erroneamente a hemorróidas. É importante ficar alerta porque "nem tudo que sangra é hemorróida, pois câncer de intestino também sangra". Entretanto, há uma pequena diferença entre os tipos de sangramento. Na hemorróida o sangue vivo não se encontra misturado às fezes, ao passo que no câncer do intestino o sangue de cor viva vem misturado a elas. Para o paciente é difícil estabelecer essa distinção. Por isso, toda a pessoa que tem sangramento pelo ânus deve procurar o médico especialista para submeter-se a uma investigação clínica incluindo exame de toque retal e exame endoscópico, a fim de diagnosticar corretamente a doença. Isso é imperativo porque o câncer de reto é muito freqüente e um simples toque retal permite identificá-lo, além de possibilitar o exame da próstata nos homens.

Enfatizamos que a participação de um especialista é muito importante não somente para fazer o diagnóstico diferencial com outras doenças que podem apresentar os mesmos sintomas de um tumor de intestino, mas também porque a sua orientação clínica e a solicitação do exame da colonoscopia com biópsias de tecidos suspeitos firmará o diagnóstico.
A biópsia é o único exame que pode determinar a presença do câncer. Uma vez diagnosticado o câncer, são realizados outros exames para determinar a extensão da doença (estadiamento). À partir deste ponto, uma equipe multidisciplinar constituída por: cirurgião geral ou coloproctologista, oncologista clínico, radioterapêuta, enfermeiro, nutricionista e psicólogo estarão acompanhando todo o tratamento.

Principais exames para o diagnóstico precoce do câncer colorretal:

- Toque retal
- Colonoscopia

Colonoscopia:

Em relação à prevenção do câncer de reto o diagnóstico é muito simples porque pode ser feito pelo exame de toque retal no consultório. Já o diagnóstico de câncer de cólon exige um exame chamado colonoscopia, cuja descoberta representou o maior avanço no conhecimento das doenças do aparelho digestivo. Esse exame permite a identificação não só de processos inflamatórios e tumores, como até de pequenos pólipos. Vimos que pólipo é uma verruga que começa bem pequena, do tamanho de uma cabeça de alfinete, com tendência a crescer e se transformar em câncer. Entretanto o seu crescimento é lento e leva de 10 a 15 anos para degenerar e se transformar num tumor maligno. Por isso o câncer de intestino leva vantagem, se comparado com os demais, que já se instalam como tumor maligno. É possível reconhecer o fator que o precede, visto que começa como um pólipo que cresce bem devagar.

A colonoscopia é um exame realizado por aparelho de fibra ótica, longo e flexível com cerca de 180 cm de comprimento, introduzido através do ânus, que permite a visualização do reto e de todo o cólon em mais de 95% das vezes. Para a realização do exame é necessário limpeza intestinal, feita com laxantes ou lavagem intestinal. Durante o preparo, é importante beber água em abundância para evitar a desidratação.

Antes do exame o médico administra um sedativo e um analgésico, em seguida o aparelho é conduzido por todo o intestino grosso e toda extensão de sua parede interna é examinada. Se for verificada a presença de pólipos, estes são removidos e enviados para exame anatomopatológico. Ao término desse procedimento o paciente é liberado, não sendo necessária internação.

Vantagens: A colonoscopia é na verdade o melhor, o mais sensível e específico procedimento para o diagnóstico de pólipos e de câncer do cólon e reto. Serve também para a prevenção e tratamento, ou seja, para a retirada de pólipos, que são analisados posteriormente através de exame de anátomo patologia.

Desvantagens: tem custo mais elevado que os demais exames utilizados para a mesma finalidade, devendo ser executado por profissional idôneo e especializado.

Outros exames utilizados para o diagnóstico precoce do câncer colorretal:
ü Pesquisa de sangue oculto nas fezes;
ü Retossigmoidoscopia;
ü Enema opaco com duplo contraste;
ü Colonoscopia virtual


Pesquisa de sangue oculto nas fezes:

Esse exame detecta a presença de sangue escondido (oculto) nas fezes. A presença de sangue pode ocorrer por sangramentos de úlcera gástrica, hemorróidas, doença inflamatória intestinal, pólipos intestinais ou câncer colorretal. São necessárias três amostras de fezes consecutivas e devem ser evitados alguns tipo de alimentos, alguns dias antes do exame.

Vantagens: É um exame barato, simples, de fácil realização e não causa desconforto ao paciente. Esse exame oferece a vantagem de poder detectar o câncer em estágios precoces e não os pólipos do tipo adenomas que, quando pequenos e médios, não sangram. Embora detecte cerca de 10% dos pólipos e metade dos casos de câncer esse exame mostrou-se útil quando associado a outros métodos diagnósticos. Desvantagens: Seu maior problema é o fato da ingestão de algumas frutas e de carne vermelha provocar resultados falsos-positivos, ou seja o exame indica presença de sangue nas fezes, mas na realidade não há nenhum sangramento no tubo digestivo. Em geral isso pode ocorrer em decorrência da falta de orientação do laboratório que realizou o exame quanto as restrições dietéticas necessárias a realização do exame.

Retossigmoidoscopia: 

Exame realizado através de um tubo rígido de 25 cm de comprimento (retossigmoidoscopia rígida), ou por meio de um aparelho flexível de fibra ótica com 70 cm de comprimento (retossigmoidoscopia flexível) que é introduzido pelo ânus e permite visualizar internamente o reto e parte do cólon. Se for encontrada alguma lesão que possa indicar presença de tumor, uma biópsia deve ser realizada. Na manhã do exame é recomendado realizar uma refeição leve. É necessário uma pequena lavagem intestinal do paciente antes do exame.

Desvantagem: O aparelho alcança apenas o reto e parte do cólon, portanto não possibilita ser usado isoladamente como método de pesquisa de tumores em toda extensão do intestino grosso.

Enema opaco com duplo contraste: 

Nesse exame radiológico o ar é injetado após a remoção do bário previamente introduzido no cólon por via baixa, o que faz que as lesões sejam evidenciadas pelo bário (contraste) que ficou retido. Essa técnica é mais sensível do que o enema convencional para a detecção de pólipos.

O exame requer um preparo com laxantes que se inicia 24 horas antes e sua realização é bastante desconfortável para o paciente.
Vantagens: permite visualizar todo o cólon e o reto, sendo empregado quando não for possível realizar a colonoscopia.

Desvantagens: Esse procedimento se destina ao diagnóstico das patologias do intestino grosso, entretanto não dispõe dos recursos da colonoscopia que possibilita a biópsia de tumores e a ressecção de pólipos. Além do desconforto o enema opaco não é capaz de detectar todos os tumores e pólipos pequenos.

Colonoscopia virtual:

Trata-se de uma tomografia computadorizada em três dimensões capaz de produzir imagens de todo o cólon de maneira rápida, não invasiva, sem a necessidade de sedação do paciente. Existem evidências de sua eficiência como exame de rastreamento dos tumores do cólon e reto, no entanto esse exame ainda não é facilmente disponível em nosso meio.

Prevenção do câncer do intestino:

A prevenção significa evitar os fatores de risco e aumentar os fatores protetores. Alguns fatores de risco como a idade não podem ser evitados, contudo estudos realizados na população permitem identificar situações ou hábitos que podem reduzir ou aumentar a chance de uma pessoa desenvolver a doença. Dentre os fatores protetores citamos:

ü Dieta rica em fibras e com pouca gordura de origem animal;
ü Prática de exercício físico de forma regular;
ü Não consumir fumo, bebidas alcóolicas e alimentos com corantes;
ü Remover pólipos (colonoscopia);
ü Observação: através de estudos, ainda não concluídos, observou-se que o uso de algumas substâncias reduzem o risco de desenvolvimento do câncer colorretal. Dentre essas substâncias estão as vitaminas E e C, o cálcio e o selênio, todavia o seu uso deve ser realizado sob supervisão médica, dentro de protocolos de pesquisa.

Quando os exames de diagnóstico precoce devem ser iniciados e com que freqüência:

A "American College of Gastroenterology" preconiza:

1) Indivíduos com risco médio (assintomáticos, com idade igual ou superior a 50 anos, sem outros fatores de risco: Indicado o exame de colonoscopia a cada 3 a 5 anos acompanhado de Exame de Pesquisa de Sangue Oculto nas Fezes em 3 amostras, anualmente;

2) Indivíduos com risco aumentado (indivíduos com um ou mais parentes de primeiro grau (irmãos, pais e filhos) com antecedentes de câncer ou pólipo tipo adenoma do intestino: Oferecer as mesmas opções para o indivíduo com "risco médio" , porém iniciando os exames aos 40 anos de idade;

2.1) Indivíduos com história pessoal de pólipo tipo adenoma (maiores de 1 cm ou múltiplos pólipos (adenomas) foram encontrados e removidos por colonoscopia): Devem submeter- se a novas colonoscopias a cada 3 anos;
2.2) Indivíduos com doença inflamatória intestinal: Devem submeter-se a colonoscopia a cada 1-2 anos;

2.3) Indivíduos com história familiar de Polipose Adenomatosa Familiar: Indicado realizar aconselhamento genético e teste genético para se verificar seu estado de portador do gene. Em caso de polipose, considerar colectomia;

2.4) Indivíduos com história familiar de Câncer Colorretal Hereditário sem Polipose (HNPCC = "Hereditary Nonpoliposis Colorectal Cancer"): Indicado realizar aconselhamento genético e teste genético, além de colonoscopia a cada 1-2 anos a partir dos 20-30 anos de idade e anualmente a partir dos 40 anos.

Observação:

Adultos com os sintomas já citados, em especial com mais de 40 anos de idade e portador de anemia apresentam indicação absoluta para submeter-se a colonoscopia, já que nessa faixa etária o câncer do lado direito do intestino é a causa mais freqüente de anemias. Vimos que quando diagnosticada precocemente essa doença oferece excelente prognóstico.


Prisão de ventre e hábitos intestinais:

A evacuação ideal deve ser diária e se caracteriza pelo bolo fecal consistente sem ser duro ou pétreo, nem líquido, vez que a evacuação diarreica é nociva para a nutrição da mucosa intestinal.

Os hábitos de evacuação, às vezes, se transformam num verdadeiro martírio para as pessoas que têm dificuldade para usar o banheiro e estabelecer horários para o intestino funcionar. Fisiologicamente é a cabeça da pessoa que comanda o intestino, porque na realidade é ela que comanda tudo. Quem tem intestino ressecado geralmente come mal. As pessoas pensam que se alimentam bem, mas uma folhinha de alface no prato é o suficiente para acharem que comeram salada. É preciso comer um prato enorme de salada para ingerir os ideais 20 ou 30 gramas de fibras. Quem não consegue fazer isso, deve complementar com frutas ou duas colheres de farelo de trigo ou de outro produto que contenha fibras preferencialmente de manhã adicionados ao leite ou ao iogurte, por exemplo. Outra coisa a ressaltar é que as pessoas, sobretudo as mulheres, comem fibras, mas não tomam o líquido necessário para a formação do bolo fecal. Mulher é avessa a tomar líquido, embora devesse tomar pelo menos 2 litros por dia.

De um modo geral as mulheres são mais obstipadas porque se alimentam pior. Gostam de docinhos ricos em hidrato de carbono e, como têm a preocupação de não engordar, ingerem uma quantidade menor de alimentos. E também não bebem água. Além disso, são exigentes com a limpeza e não usam qualquer toalete quando estão na rua ou no shopping. Às vezes, têm vontade de ir ao banheiro mas não vão. O mecanismo reflexo da evacuação é muito interessante. Se elas deixam escapar aquele momento porque estão com pressa ou porque não podem parar com o seu trabalho, o reflexo só reaparece no dia seguinte quando as fezes já estão endurecidas porque houve absorção da água que continham. Fezes duras, ou fecalitos, são difíceis de eliminar e surge a dor, a fissura, as hemorróidas. Progressivamente, para se defenderem, começam a tomar laxantes e instala-se um círculo vicioso. O intestino se acostuma, perde o reflexo, e elas são obrigadas a tomar quantidades crescentes desses remédios.

Do ponto de vista fisiológico, não existe um número ideal de evacuações diárias. Na verdade é variável, pois o tamanho do intestino difere de uma pessoa para outra. Os indivíduos que têm intestino mais longo necessitam de quantidade maior de fibras e evacuam menos. No entanto não é o número de evacuações diárias que interessa. O importante é ir ao banheiro uma vez ou duas por dia, ou dia sim, dia não, mas sem necessidade de fazer força para evacuar.

A consistência pastosa do bolo fecal deve proporcionar fácil eliminação. 


Colaboração: Dr. José Joel Dantas

DÉA ROS

BOA NOITE:DÉA

Boa noite !!! "Tão cegos são os homens, que chegam a gloriar-se da própria cegueira" (Santo Agostinho)

PRA VCS : DÉA

Hipócrita: indivíduo que, ao professar virtudes que não respeita, assegura as vantagens de parecer ser aquilo que despreza         

A vida é demasiado curta para que desperdicemos uma parte preciosa a fingirmos São curtos os limites que separam a resignação da hipocrisia Podemos pretender ser quanto queiramos, mas não é lícito fingir que somos o que não somos A intolerância irracional de muitos escusa ou justifica a hipocrisia ou dissimulação de alguns Não há hipócrita que saiba resistir ao exame de uma longa, de uma paciente observação, e o trabalho dissimulado de um ano perde-se na distracção de um minuto 99% das pessoas do mundo são tolas e o resto de nós está em grande perigo de contágio Quem é sábio, aprende muito com os seus inimigos

PALMAS AS HIPOCRÍSIAS DAS PESSOAS E DA VIDA ,ATÉ AS CRIANÇAS AS VZS SÃO HIPÓCRATAS QT MAIS OS ADULTOS COM SUAS TENTATIVAS DE SEREM OS CONSELHEIROS DO MUNDO SEJA ESTE MUNDO REAL OU VIRTUAL TEM SEMPRE ALGUEM QUERENDO SER O MÉSTRE OU A MÃE DINAH DE TODOS NÓS COM SUAS IDIOTICES ESCRITAS SEM SABER DE ONDE AS TIRAM :DÉA

Embora na maioria das vezes o fingimento seja / criticado e dê indícios de espírito maldoso, / em muitas ocasiões, prova / ter feitos evidentes benefícios
Fonte: "Orlando Furioso" 
Autor: Ariosto , Ludovico         
Ninguém pode, por muito tempo, ter um rosto para si mesmo e outro para a multidão sem no final confundir qual deles é o verdadeiro
Fonte: "A Letra Escarlate" 
Autor: Hawthorne , Nathaniel          
A hipocrisia é uma homenagem que o vício presta à virtude
Autor: La Rochefoucauld , François              
O que caracteriza as pessoas que exibem exageradamente a sua virtude é que, quanto menos ameaçada está a fortaleza, mais guardas lhe põem
Autor: Hugo , Victor             

Hipocrisia – Uma Reflexão

É uma doença vadia. Dissimulada ela depressa vicia. Impregnada logo contagia. Ninguém está livre da tentação e até mesmo da sua apreensão. Faz parte da cultura e dos malditos costumes que habitam os nossos mais recônditos esconderijos e que nos negamos a admitir pela cidadela, pela fortaleza da vaidade.

A hipocrisia é o melhor combustível para o ‘high society’ por estar presente de forma exuberante nesses instantes onde desfila toda sua elegante pujança.

A hipocrisia é como erva daninha sutil que das suas entranhas esparrama suas ramas em qualquer buraco do teu alicerce. Se ele não for firme, sólido, leva teu prédio abaixo. Como praga assola e cola na tua pobre e desprevenida, distraída e ingênua alma.

O pior de tudo isso é que quando você se dá conta ela já tomou conta dos seus hábitos e você nem se apercebe dela, ou seja, você não a vê em você, mas consegue ver nos outros. Estranho isso! Nos outros a hipocrisia travestida da vaidade... Aparece rapidinho, mas em você... Brinca de esconde, esconde.

A hipocrisia é irmã trigêmea da vaidade e do orgulho. Amiga íntima da soberba e prima da insensatez. O médico da hipocrisia é o Dr. Esquizofrênico com quem mantém relações incestuosas no consultório com um retrato na parede de Hipócrates. Desculpem a irresistível engraçada imagem figurativa construída na própria terminologia usada para descrever a árvore genealógica da danada.

No mundo poético de onde fui lançado aprendiz, tem menos de dois anos de escola, tenho apreendido, sofrido e me divertido por demais da conta com a tal da hipocrisia. É nesse mundo que ela se mostra mais atraente, sutil, mascarada e disfarçada de virtude.

É só você se deter na análise dos poemas e dos comentários provocativos que você tem um farto cardápio dos seus tentáculos esparramados. Por vezes chega a ser divertido, diria mesmo que hilariante, por outras é pior que dor de dente perceber o seu ‘modus operandi’. A hipocrisia sem dúvida alguma comanda o espetáculo.

Você pensa que escapa? Ledo engano! Ela te engole. Você vira um fantoche, uma marionete nas mãos da hipocrisia. O pior de tudo é que você não a enxerga em você, e se a vê finge que é bobo e não a percebe seduzido por seus encantos desvia o olhar... Mas no outro a vê rapidinho.

Caso alguém o alerte você vira fera indomável... Parte logo para a desforra lembrando ao outro às suas próprias hipocrisias.

Quando você está por dentro desse mundo da hipocrisia (não há como fugir dele a menos que vire eremita) participando de sites de relacionamento, você consegue vislumbrar algumas sutilezas... Mas o melhor é do lado de fora como observador participante vencido pela tentação da exposição das suas próprias hipocrisias.

Ainda outro dia eu tive a nítida noção da percepção de que a hipocrisia tem conexões com o poder de forma umbilical. São ‘amantes’! Eles mantêm uma relação às escondidas, meio que subterrânea lá nos porões do nosso ser.

Isso comigo se deu como 'miragem' por onde vi desfilar a nata da malandragem mais hipócrita que se diz poética e ali surgiu marcando presença, assinando o ponto com os peitos estufados ostentado de forma patética o diploma de PhD em hipocrisia. Melancólico.

Pasmo inconfesso agora, que não sabia se ria ou chorava diante daquele episódio dantesco e de gosto discutível, mas causador do embrulho estomacal de se ver, ou ter sido, membro daquela espécie.

Mas fiquei feliz de não mais estar por ali desfilando as minhas próprias hipocrisias, agora não mais tão ignorantes e, portanto suscetíveis de culpabilidade ética e moral. Acione-se o mecanismo de prevenção para não cair de novo na tentação dizia meu anjo da guarda sapeca e sempre alerta assim como escoteiro.

Afinal há tantos outros espaços reais e virtuais com espírito mais salutar. Identificado ali como um foco de contaminação... VADE RETRO HIPOCRISIA!

Não posso deixar de confessar que fico triste quando vejo que a nossa espécie humana se tornou especialista em hipocrisia. Penso que o mundo competitivo do capitalismo selvagem nos levou a isso.

Essa competição desenfreada e consumista foi prostituindo as almas sadias e estampando nelas uma nudez coberta apenas pela gula da inveja, deixando a generosidade, a solidariedade, o amor ao próximo, a igualdade, a justiça... Famintas e isoladas!

E isso tudo aqui refletido é como o próprio abominável pecado que está sempre tentador, sedutor, encantador, provocador, coberto de fascínios a nos chamar para o conluio. Faço esta reflexão como uma oração para me proteger com as bençãos solicitadas ao Todo Poderoso, mas sei de antemão que Ele só poderá me ajudar com a minha própria ajuda de contrapartida.

Acredito que talvez seja esta uma das razões mais fortes, em que muitos se isolam do convívio em sociedade, por conta de aguçada sensibilidade intuitiva de que ali em determinado lugar, a poluição tomou conta do chão. Que a sua presença no local é perigosa a um eventual contágio da doença e que deve cuidar logo de arranjar outro abrigo protetor mais sadio.

Para concluir permita-me dizer que considero este espaço aqui do Recanto das Letras um dos melhores locais que eu conheço.
Há também os sites e blogger individuais por onde você
detém o controle das suas ações e reações, sem a nefasta formação da nata hipócrita dirigente.

Quanto ao tema aqui descrito arremato dizendo que a doença da hipocrisia eu só vejo para ela um remédio à sua cura... A da simplicidade e a do amor a verdade quaisquer que sejam as suas doses bem aplicadas.

Hildebrando Menezes
Navegando Amor
Publicado no Recanto das Letras em 21/10/2008 AFFFFFFFF  BÓRA DEIXARMOS DE SER HIPÓCRATAS PESSOAL E TENTAR SERMOS MAIS ORIGINAIS  SERA QUE DA????????? SERA QUE VCS OS TAIS QUE SE DIZEM OS GURUS  DO MUNDO  ACHAM MESMO QUE SÃO TUDO AQUILO QUE PREGAM SEJA EM BLOGS OU SEJA EM LIVROS OU SEJA DE QUALQUER OUTRA FORMA? DUVIDO MUITO POIS  TAMBEM EXISTE A SINDROME DE SER E QUERER CHAMAR A ATENÇÃO DE PESSOAS SOBRE VCS MESMO E VCS ACHAM UM MÓDO ESCREVENDO BOBAGENS QUE NA REALIDADE   VIRTUAL OU REAL NEM VCS MESMOS AS SEGUEM  DÉA