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7 de jul de 2010

DIZEM QUE QUEM AMA NÃO MATA SERA MESMO?? POIS EU PREFIRO VIVER COMO VIVO E SEM AMAR A TER UM AMOR DESTE TIPO :DÉA

++ UM VIDEO PRA VCS QUE NÃO PUDERAM ACOMPANHAR ESTE CASO TANTO FORA QT DENTRO DO BRASIL .IMPUNIDADES JAMAISSSS :DÉA

ASSISTAM :DÉA

CASO ELIZA SAMUDIO

Editor: Giampaolo Braga Enviado por Marcos Nunes - 7.7.2010 | 18h39m SUMIÇO EM MINAS Bruno e Macarrão são denunciados por sequestro de Eliza em 2009 O Ministério Público estadual ofereceu denúncia, nesta quarta-feira, contra o goleiro Bruno do Flamengo e seu amigo Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, pelos crimes de sequestro e lesão corporal contra Eliza Samudio. Na denúncia, o promotor Alexandre Murilo Graça, também pediu à Justiça a prisão preventiva e a quebra do sigilo telefônico da dupla. Se condenados, Bruno e Macarrão podem pegar até nove anos de prisão. De acordo com o MP, no dia 13 de outubro de 2009, por volta das 2h, Eliza, então no quinto mês de gravidez, foi sequestrada por Bruno, Macarrão e outros dois homens na Rua Brigadeiro João, no Tanque, em Jacarepaguá. Bruno atraiu Eliza para dentro de seu carro, quando foi surpreendida pelos demais. Após Eliza se negar a abortar o bebê, Bruno a agrediu com tapas no rosto e a ameaçou de morte com uma arma, apontando uma arma para o rosto da vítima. Enquanto isso, os outros três homens a ofendiam, ameaçavam de morte e a impediam de descer do veículo. Por volta das 3h30m, Eliza foi levada para a residência de Bruno, na Avenida Sernambetiba, na Barra, onde foi obrigada a ingerir vários comprimidos e um líquido. A vítima foi mantida no local até a manhã seguinte, contra a sua vontade, quando os denunciados acreditaram que, devido aos medicamentos ingeridos na madrugada anterior, o bebê estaria morto. Vídeos exclusivos:

DEUS DEVE EXISTIR SIM UM DOAS TRES CASOS POLICIAIS QUE VENHO ACOMPANHANDO NÃO FICARA IMPUNE ,AGORA FT DOIS DA ADVOGADA MÉRCIA E O DA GAROTINHA DO SUL ESTUPRADA POR DOIS OU TRES ADOLECENTES RICOS ,SE FOSSEM FILHOS DE PÓBRES COMO NÓS ELES JA ESTARIAM NAS PIORES CADEIAS DO BRASIL E SEM DIREITO A FIANÇAS :DÉA

SUMIÇO EM MINAS Bruno e Macarrão prestarão depoimento na DH O goleiro Bruno do Flamengo e seu amigo Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, serão transferidos em instantes da Polinter, no Andaraí, Zona Norte do Rio, para a Divisão de Homicídios (DH), na Barra da Tijuca, na Zona Oeste, onde vão prestar depoimento. Chegaram há pouco à Polinter o inspetor José Carlos Guimarães, da DH, e as delegadas Alessandra Wilke e Ana Maria Costa, da Delegacia de Homicídios de Contagem (MG), que investigaram o sumiço de Eliza Samudio.

O MEU ROSTO SEM MÁSCARA E O TEU COMO ESTA?? :DÉA


Máscaras existem de todas as formas, cores e para todo gosto. Máscaras usamos, às vezes até inconscientemente. Difícil mesmo é encontrar alguém de cara limpa, cabeça erguida e sorriso meigo, sem as marcas do dia a dia, dos desafios que enfrenta para se manter vivo, sobreviver a tudo e a todos. As rugas são marcas das rusgas que a vida nos apresenta cotidianamente. Dessas ninguém escapa. Nem por isso vamos entregar os pontos e vestir a carapuça que nos cabe, sem ao menos ampliar nossa visão para as razões desse embate cotidiano, esse encontro constante com as arestas da nossa própria fragilidade. Ou seja: aqui estamos para provar nossa capacidade de ação, buscando aprimorar nossos conhecimentos, ampliar nossas conquistas e valorizar nossas relações pessoais. A religião diz ser esta a luta do homem consigo mesmo, para melhor compreensão de sua verdade e maior distinção entre o bem e o mal, o que é certo ou errado, o que lhe oferece paz de espírito e o que contraria sua harmonia espiritual ou dificulta suas relações interpessoais. Cara limpa, rosto sem máscaras, espírito sereno só é possível quando confrontamos nossos falsetes com a força interior que se debate dentro de nós, nossa alma. Essa não usa máscaras. Nem subterfúgios, pois sua única e maior aspiração é se libertar um dia, gloriosa, vencedora, purificada, para tão somente contemplar, ao vivo, o rosto sereno e glorioso do seu Criador. Acontece que, fazendo uso crescente e habitual de nossas máscaras, acabamos por atrofiar e tornar quase impossível esse desejo de purificação que todo e qualquer ser humano tem dentro de si. Perdemos a possibilidade de nos assentarmos ao lado de Cristo na Ceia da Redenção, o banquete da glorificação do qual nos fala a fé cristã. Nesta ceia cairão por terra nossas máscaras e apresentaremos a Deus nossa face verdadeira, real, sem subterfúgios. Será o confronto da nossa verdade com a Verdade de Deus. Único momento em que o Bem e o Mal medirão realmente forças para um veredicto final sobre o quadro que pintamos em vida. Pois toda vida é uma obra de arte; nós os artistas. Construo essa ponte metafórica baseado na história que circunda um famoso quadro da arte humana: A Última Ceia, de Da Vinci. Dizem os historiadores que, ao pintar o rosto de Cristo, o artista buscou seu modelo nas faces dos transeuntes que cruzavam seu caminho. Foi longa sua busca, pois teria que ser um rosto sereno, sem máscaras, idealista, sonhador, intrépido, respeitoso, alegre e possuidor de tantas outras qualidades que emanam do rosto de Jesus. A jovialidade e autenticidade de um jovem altruísta e respeitado por todos, foi o que mais se aproximou do modelo que buscava. Serviu de inspiração para pintar o rosto do Mestre, síntese perfeita de todo Bem. Mas o artista não conseguia concluir sua obra. Faltava-lhe agora um modelo para personificar o rosto de Judas, símbolo de todo Mal. Teria que ser alguém bem falso, medíocre, cujas rugas denunciassem de imediato a maldade alojada em seu coração. Três anos se passaram e, quando quase desistia de sua obra, eis que encontra o modelo: um andarilho torpe, dado aos vícios, aos furtos e à embriaguez, jogado nos becos como farrapo humano, rejeitado e odiado por todos. Por trocados, aceitou ser o modelo. Diante do quadro, o andarilho se reconheceu no rosto de Cristo. Há três anos passados havia sido ele o modelo para o artista... Provou que o Bem e o Mal têm a mesma face. Essa é a lição: às vezes pensamos personificar a imagem de Cristo – e realmente a irradiamos – quando lançamos fora nossas máscaras. Mas isso não nos impede de traí-lo logo a seguir. O que nos consola é que podemos reverter esse processo sempre que um olhar mais atento para nossas fragilidades refletir em nós o rosto sereno de Cristo. Cuide-se e sorria, pois a misericórdia do Pai é maior

NUNCA JULGUE ALGUEM ANTES REFLITA Ninguém pode julgar A NINGUEM :DÉA


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Seg, 29 de Março de 2010 00:00
           Com fogos de artifício, buzinas e muitos gritos de populares, encerrou-se o julgamento do casal Nardoni, na madrugada de 27 de março. Parecia um final de campeonato, uma festa qualquer. Condenados pela morte da menina Isabella, os réus saíram do tribunal do júri sob forte escolta policial e foram transportados diretamente para os presídios onde cumprirão suas penas. A população, bombardeada intensivamente pela mídia, durante os cinco dias desse longo julgamento, já não se continha na expectativa da sentença. Se houvesse a absolvição, com certeza, tomariam de assalto aquele Palácio de Justiça.
            Aqui do meu cantinho, fiquei apenas a analisar essa sede de justiça popular, capaz de contagiar uma nação inteira focada exclusivamente num único fato. Outros mais, simultaneamente e em várias instâncias da vida, se submetiam aos julgamentos humanos, sem despertarem tamanho interesse. Seria a atrocidade do crime, a idade da vítima, as ligações familiares ou sede de vingança pura e simples?  O que leva um povo a se aglomerar ao redor de um tribunal com “pedras e paus, unhas e dentes” e tão grande interesse pelos mínimos detalhes de um processo?
            A justiça humana se fez, apesar da não confissão dos incriminados. Resta ainda a Justiça Divina. Sem desqualificar a lisura desse julgamento – pois não estou aqui pra isto – vejo nos fatos uma oportunidade para reflexão e ponderação mais serena. Nem sempre julgamos com justiça. Na verdade, quase sempre cometemos falsos julgamentos. Nossas leis e sentenças são frias e tacanhas diante das Leis que regem os mandamentos cristãos. Por isso a frase contraditória do título acima não é de autoria nossa, mas de Cristo, que textualmente nos ensina: “Não julgueis e não sereis julgados” (Mt 7,1). Como? Deixaremos então o mundo à bancarrota, ao Deus dará ou sob as ordens do Demônio?  Claro que Jesus não subverte a ordem, nem as normas mínimas de uma boa convivência humana. O julgamento de que Ele nos fala é aquele sem um mínimo de compaixão ou intercessão nossa para que os condenados na vida social encontrem ao menos o perdão e a paz na submissão às suas penas. Nesse sentido, só Deus pode julgar.
            A sentença está dada. O pior dos julgamentos é aquele que excede a dureza da condenação obtida, que não se compraz com a humilhação pública a que todo réu se submete, não oferece sequer um bálsamo de intercessão à piedade divina, não perdoa, quer mais, acha pouco... Todo crime merece castigo. Mas todo criminoso merece perdão. Lembre-se: Deus ama o pecador, não o pecado. Nessa lógica, por mais difícil que nos pareça, a atitude do perdão cabe em qualquer lugar, pois é essa a mais preciosa das ações cristãs, mesmo quando vítimas da mais torpe humilhação.  
            É preciso ter presentes a maior injustiça dos tribunais humanos: a paixão e morte de Cristo. Nenhuma prova que o incriminasse, nenhum fato, nem mesmo uma razão evidentemente política, nada, nada justificava aquela vil sentença. Não bastasse, o processo escancarou-se à sanha dos populares e à fúria de seus algozes insanos, a ponto de submetê-lo às mais vis humilhações, desde cusparadas, tapas, zombarias e despojamento das vestes, até a mais tétrica das sentenças, a morte de cruz. Mesmo assim não condenou. Mesmo assim, perdoou. “Pai, eles não sabem o que fazem!” Pouco antes, preparando-se para cumprir a sentença do mundo, deixou-nos o maior dos mandamentos: “Amai-vos uns aos outros” E acrescentou: “Como eu vos amei”. Sobre essas bases, sem mais delongas, sem pompas, mas justamente, o mundo será julgado. Então, todos nós, vítimas ou réus, sentenciados neste vale de lágrimas, teremos a oportunidade individual, pessoal, de experimentar o Amor do Pai, sua misericórdia. Até mesmo aqueles que a justiça dos homens sentencia. Rezemos por eles! Como Jesus o fez, do alto de sua cruz: “Pai, perdoai-lhes”...

WAGNER PEDRO MENEZES

AMIGOS POR FAVOR NUNCA JULGUEM E SENTENCIEM ALGUEM ANTES DE VCS TEREM PRÓVAS CONCRÉTAS QUE FOI QUEM VCS ACUSAM QUE FEZ QUALQUER COISA ERRADA POIS DEPOIS PODE SER TARDE PRA REPARAR O ERRO FEITO :DÉA


Reflexão

O Julgamento

Havia numa aldeia um velho muito pobre, mas até reis o invejavam, pois ele tinha um lindo cavalo branco... 

Reis ofereciam quantias fabulosas pelo cavalo, mas o homem dizia: 

- Este cavalo não é um cavalo para mim, é uma pessoa. E como se pode vender uma pessoa, um amigo ? 

O homem era pobre, mas jamais vendeu o cavalo. Numa manhã, descobriu que o cavalo não estava na cocheira. A aldeia inteira se reuniu, e disseram: 

- Seu velho estúpido! Sabíamos que um dia o cavalo seria roubado. Teria sido melhor vendê-lo. Que desgraça. 

O velho disse: 

- Não cheguem a tanto. Simplesmente digam que o cavalo não está na cocheira. Este é o fato, o resto é julgamento. Se se trata de uma desgraça ou de uma benção, não sei, porque este e apenas um julgamento. Quem pode saber o que vai se seguir ? 

As pessoas riram do velho. Elas sempre souberam que ele era um pouco louco. Mas, quinze dias depois, de repente, numa noite, o cavalo voltou. Ele não havia sido roubado, ele havia fugido para a floresta. E não apenas isso, ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo.

Novamente, as pessoas se reuniram e disseram: 

- Velho, você estava certo. Não se trata de uma desgraça, na verdade provou ser uma benção. 

O velho disse: 

- Vocês estão se adiantando mais uma vez. Apenas digam que o cavalo está de volta... quem sabe se e uma benção ou não? Este e apenas um fragmento. Você lê uma única palavra de uma sentença - como pode julgar todo o livro? 

Desta vez, as pessoas não podiam dizer muito, mas interiormente sabiam que ele estava errado. Doze lindos cavalos tinham vindo... 

O velho tinha um único filho, que começou a treinar os cavalos selvagens. Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um cavalo e fraturou as pernas. As pessoas se reuniram e, mais uma vez, julgaram. Elas disseram: 

- Você tinha razão novamente. Foi uma desgraça. Seu único filho perdeu o uso das pernas, e na sua velhice ele era seu único amparo. Agora você está mais pobre do que nunca. O velho disse: 

- Vocês estão obcecados por julgamento. Não se adiantem tanto. Digam apenas que meu filho fraturou as pernas. Ninguém sabe se isso é uma desgraça ou uma benção. A vida vem em fragmentos, mais que isso nunca é dado. 

Aconteceu que, depois de algumas semanas, o pais entrou em guerra, e todos os jovens da aldeia foram forçados a se alistar. 

Somente o filho do velho foi deixado para trás, pois recuperava-se das fraturas. A cidade inteira estava chorando, lamentando-se porque aquela era uma luta perdida e sabiam que a maior parte dos jovens jamais voltaria. 

Eles vieram até o velho e disseram: 

- Você tinha razão, velho - aquilo se revelou uma benção. Seu filho pode estar aleijado, mas ainda está com você. Nossos filhos foram-se para sempre. O velho disse: 

- Vocês continuam julgando. Ninguém sabe ! Digam apenas que seus filhos foram forçados a entrar para o exército e que meu filho não foi. Mas somente Deus sabe se isso é uma benção ou uma desgraça. Não julgue, porque dessa maneira jamais se tornará um com a totalidade. Você ficará obcecado com fragmentos, pulará para as conclusões a partir de coisas pequenas. 

Quando você julga você deixa de crescer. Julgamento significa um estado mental estagnado. E a mente deseja julgar, por estar em um processo que é sempre arriscado e desconfortável. Na verdade, a jornada nunca chega ao fim. Um caminho termina e outro começa: uma porta se fecha, outra se abre. Você atinge um pico, sempre existirá um pico mais alto. Aqueles que não julgam estão satisfeitos simplesmente em viver o momento presente e de nele crescer... somente eles são capazes de caminhar com Deus. 

Na próxima vez que você for tirar alguma conclusão apressada sobre um assunto ou sobre uma pessoa, lembre-se desta mensagem.