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30 de out de 2009

BH adere ao Dia Mundial do Rim :ainda sobre doações dos rins



BH adere ao Dia Mundial do Rim:Nos últimos anos, o número de
pacientes com insuficiência renal
crônica tem crescido assustadoramente
em todo o mundo, inclusive
no Brasil. Alguns especialistas já se
referem à doença como a nova epidemia
do século XXI. Estima-se que
cerca de dois milhões de brasileiros
sofram de doenças renais e sua
grande maioria não tem conhecimento
do problema que acomete
pessoas de todas as faixas etárias.
Para alertar sobre o problema,
atividades em diversos estados
brasileiros fizeram parte da Campanha
do Dia Mundial do Rim,
promovida pela Sociedade Brasileira
de Nefrologia (SBN). Com o
slogan “Previna-se”, a data foi comemorada
no dia 8 de março.
Em Belo Horizonte, a Sociedade
Brasileira de Nefrologia – Regional
Minas Gerais (SBN-MG),
com o apoio da Associação Médica
de Minas Gerais (AMMG),
realizou, no dia oito de março, a
palestra “Detecção precoce e prevenção
da doença renal crônica”,
com o presidente da SBN-MG,
José Augusto Meneses da Silva. No
mesmo dia, nefrologistas e profissionais
da área da saúde realizaram
exames de sangue e urina e
mediram a pressão arterial e a circunferência
abdominal de centenas
de pessoas. O atendimento
aconteceu no PAM Sagrada Família,
região leste da capital.
De acordo com o presidente
da SBN-MG, José Augusto Meneses
da Silva, a insuficiência renal
crônica é a perda lenta, progressiva
e irreversível das funções renais.
É também uma condição silenciosa,
pois não há sintomas
aparentes até que os rins percam
cerca de 85% de sua função. “A
função dos rins deficientes pode
ser substituída por hemodiálise
ou transplante, mas o restante dos
órgãos fica irremediavelmente
comprometido. Por isso, o diagnóstico
da doença renal tem de
ser realizado precocemente”, alerta
o especialista. As três principais
causas de insuficiência renal crônica
são hipertensão arterial, diabetes
e inflamação dos rins.
No Brasil, são 75 mil pacientes
em terapia renal substitutiva.
Estima-se que, em 2010, este número
cresça para 125 mil. Dos 34
milhões de pessoas que sofrem
de diabetes e/ou hipertensão,
6,6% são doentes renais. Outro
dado que preocupa os especialistas
é o número de pessoas que
morrem em conseqüência das
doenças renais: em torno de 15
mil, ao ano, no Brasil.
No mês que marca a segunda
Campanha do Dia Mundial do
Rim, a SBN-MG, com o apoio da
Associação Mineira de Medicina
da Família e Comunidade e da
AMMG, realizou ainda o Simpósio
sobre Prevenção das Doenças Renais.
O tema foi debatido também
em várias entrevistas, concedidas
aos principais jornais e emissoras
de rádio e TV do Estado.
Fevereiro/Março 2007 • Página 17
COMUNIDADE
JORNAL DA
associação
médica
Vida e morte são temas de palestra gratuita na AMMG
No dia cinco de fevereiro,
funcionários da
AMMG e terceirizados,
que realizaram o treinamento
sobre as técnicas
de Ressuscitação Cardiopulmonar
(RCP) no final
do ano passado, passaram
por uma reciclagem.
A recomendação para a
realização de um segundo
turno é da Fundação Interamericana
do Coração.
Cada participante esteve
com o instrutor para
rever as técnicas durante
cerca de dez minutos. O
procedimento foi gravado
e, depois da demonstração
com o boneco, o
passo-a-passo correto foi
repassado aos alunos.
Ainda no primeiro semestre
deste ano, um novo
encontro será realizado.
O objetivo do curso é permitir
que, todos que passem
por situações de
emergências fora ou dentro
de casa, possam realizar
as técnicas de reanimação.
A iniciativa é da
Sociedade Mineira de Terapia
Intensiva. Mais informações:
(31) 3222 3172.
A Sociedade de Tanatologia de
Minas Gerais (Sotamig), departamento
científico da AMMG, promoveu,
no dia 26 de fevereiro, a
palestra “Tanatologia, ciência da
vida e da morte. O que é ser um tanatólogo?”,
com biotanatólogo e
cirurgião plástico Evaldo D’Assumpção.
Foram discutidas as dores
que vem à tona quando passamos
por uma perda, sejam elas
provocadas pela morte de um ente
querido ou por uma separação,
como também o papel de uma
ciência que ajuda a preparar as pessoas
para a perda e a lidar com esse
sentimento sem maiores traumas.
A aula inaugural, com entrada franca,
contou com a presença de mais
de 150 pessoas e lotou o auditório
da AMMG. O evento abriu o VII
Curso Anual de Tanatologia, com
início em 12 de março.
De acordo com a presidente
da Sotamig e coordenadora do
curso, a psiquiatra Mariel Nogueira
da Gama Paturle, nós, seres
humanos, acordamos, nos ocupamos
durante o dia e vamos dormir
só para levantar no dia seguinte e
repetir tudo de novo, achando
que com isso estamos vivos. “Isso
não é viver, é simplesmente existir.
Existir sem um propósito real, de
uma maneira infrutífera. Os orientais
se referem a estarmos presos à
roda da vida, pois giramos e rodamos
sem cessar, sem chegar a lugar
algum”, reflete Paturle.
No decorrer do curso, com término
em novembro, os participantes
terão a oportunidade de assistir
a palestras que apontam caminhos
para sobreviver às perdas, como
acionar recursos terapêuticos e a
importância do aprendizado dos
profissionais que lidam diretamente
com pessoas que enfrentam
a morte de entes queridos.
Médicos, psicólogos, educadores,
religiosos, estudantes da área e
demais estudiosos do assunto podem
se inscrever. As aulas acontecem
às segundas-feiras, a cada 15
dias, das 19h30 às 22h, na sede da
AMMG. Inscrições e informações:
(31) 3247 1616 ou 3247 1600. façãm isso doem  bjuss mill avíão

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