Minha menina
Eduardo Baqueiro
Amor platônico Vivo um amor platônico,mas almejo encontrar-te em meus braços,e assim poder viver em paz. Enigma,é essa a palavra que te resume, pois como pode ter olhos tão belos que são capazes de paralisar-me,como pode voz tão doce que enfeitiça como uma sereia em seu canto de ascensão em auto mar. Teu rosto é indescritível como o céu,tu assim encantas tudo em torno de ti.,ESPERO QUE TDS VCS QUE ME VISITAM SINTAN-SE BEM NO SONHOS E VOLTEM SEMPRE UM BEIJÃO DÉA ROS
Minha menina
Eduardo Baqueiro
Essa água
Essa água que desce do chuveiro,
que molha meu corpo inteiro,
umedecendo meus cabelos,
escorrendo em meu pescoço,
beijando minha face,
tocando minha boca...
Essa água que desce do chuveiro,
que molha meu corpo inteiro,
acariciando minhas costas,
deslizando no meu peito,
percorrendo o meu ventre,
enrolando em minhas pernas...
Essa água que desce do chuveiro,
que molha meu corpo inteiro,
penetrando fundo em minha alma,
purifica e me acalma.
Essa água que ninguém mais vê,
somente eu, é Você!
Silvia Munhoz
Portas e janelas
Portas se fecham, janelas se abrem... e nelas cabem pequenos raios de luz. São como a fagulha, na seca palha, que de mansinho espalha o arder de uma grande chama. Aquecem de novo a alma que por um momento se acalma e esquece de sofrer. Pequena foi a janela que você abriu em meu peito. Doce raio de luz... grande foi o seu efeito!
Silvia Munhoz 24/12/2000 |
Jogo da VidaAs cartas são dadas,muito bem embaralhadas.Seqüências são formadas.
Surge o curinga,que de repente pinga,no meio da jogada.
Uma carta cobiçada,muito pretendida,pra virar uma partida.Suas várias facetaspermitem mil mutretasnesse difícil carteado.
Jogo em andamento.Pensar por um momento...Valete ...Dama...Rei.Ás ...dois...três.
Tudo está no seu lugar,nada pra mudar.
Jogada definida.Quase ganha a partida.E, o curinga é colocado,com desdém , em separado
por atrapalhar uma jogadaque já era confirmada.
Sou esse curinga,que hoje pingano jogo da sua vida,que mesmo desejado,terá que ser queimadopra que você possa bater.
E então vencer,o jogo da sua vida,essa complicada partida,de cartas marcadas,que até mesmo se vingade um cobiçado curinga.
Silvia Munhoz 03/12/2000 |

Fim
Chega assim de repente
Como se fosse muito natural
Usa a porta da frente
Entra distraidamente
Como se tudo permanecesse igual
Não é bem assim
As plantas do jardim eu as rego
E a rede na varanda balança há tempos
Só para mim
Mudei o número do telefone
E no banheiro já não divido a escova
Por favor, foi você quem partiu
Eu fiquei a chorar na despedida
Não é certo vir aqui
Mesmo enfeitado de saudades
Com ares de bem-me-quer
Não vê que meu coração
Está fechado para balanço?
E mesmo com saldo negativo
Ele amanhã abre de novo
Porque é assim a vida
È assim que deve ser!
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Fim publicado 18/01/2011 por salma mota moussalem em http://www.webartigos.com

Parece que perdi a sensibilidade,
não sinto mais o fator humano,
assisto de camarote o fim da mediocridade
e não mudo a rota nem os planos!
Parece até que estou fora do corpo
e deste plano de vida,
não registro mais no rosto
traços de dor ou alegria!
Vejo a ilusão diária e chata
e torço pelo fim de tudo
não me importo nem com quem me mata
agora não mais me iludo!
Vejo tudo com indiferença,
não quero mais me enganar,
perdi até a espectativa da sua presença
que poderia me alegrar!
Se o fim estiver próximo eu aceito
em doses suaves de licor
mas não enfie o punhal de prata em meu peito
detesto sentir dor!
Já que você se vai, pelo menos vá de dia
e faça o que tiver que fazer
eu vou buscar na poesia
o que certamente não encontrei em você!
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Aceito. publicado 18/01/2011 por Mauro Antonio Evaristo em http://www.webartigos.com